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Benefícios da flexibilidade para o seu dia a dia

31 de janeiro de 2013

A flexibilidade é essencial para as nossas vidas, pois desenvolver a flexibilidade é uma necessidade básica para qualquer movimento do dia a dia, mesmo aqueles movimentos que requer um mínimo de mobilidade do seu corpo, como, por exemplo, para amarrar o tênis, pegar coisas no alto, lavar os cabelos, pegar algo no chão ou para praticar qualquer modalidade esportiva.

Por isto, se a flexibilidade não for trabalhada existe a possibilidade de que, com o passar dos anos e consequente avanço da idade, o indivíduo tem dificuldade para realizar as conhecidas atividades do dia a dia (AVD’s).

O que é a flexibilidade?

Podemos definir flexibilidade como a capacidade física responsável pela amplitude do movimento em determinada articulação ou conjunto de articulações.

Fatores que interferem na flexibilidade:

- Sexo. Mulheres apresentam maior flexibilidade, pois os tecidos são menos densos.

- Idade. Na transição da infância para adolescência, a flexibilidade apresenta o seu valor máximo.

- Temperatura. Com o calor corporal e o calor do ambiente, há um relaxamento do músculo e um aumento da flexibilidade.

- Massa muscular. Quando muito desenvolvida (exemplo, um fisiculturista), a massa muscular pode ser um fator de limitação mecânica.

Benefícios da Flexibilidade

- Aumento da qualidade do movimento;

- melhora postura;

- diminui riscos de lesões;

- melhora relaxamento muscular.

Para o desenvolvimento da flexibilidade e ganho de todos os seus benefícios, você precisa praticar uma atividade física com tensão muscular com intensidade moderada. Basta duas sessões por semana umas que trabalhe a flexibilidade e outra para manutenção da mesma e trabalhando todos os grupos musculares na mesma sessão.

Com isso você ganhara maior disposição e conforto no seu dia a dia.

Pratique!!!

Texto escrito por Michele Peres, educadora física especializada em Pilates.

Link:

O excesso de flexibilidade pode causar dores

Benefícios da atividade física para diabéticos

20 de setembro de 2012

A prática de exercícios físicos proporciona inúmeros benefícios para qualquer ser humano. Particularmente na diabetes, os exercícios possuem qualidades marcantes tanto na prevenção quanto no tratamento. Pacientes com diabetes freqüentemente têm múltiplos fatores de risco para doenças cardiovasculares. Por isto, um estilo de vida saudável, incluindo uma maior atividade física, é essencial para prevenir e controlar esta patologia.

É importante ressaltar que existe várias formas de se prescrever a atividade física ideal para o diabético sendo necessário, entretanto, que se conheçam os benefícios e os possíveis riscos relacionados a esta população, sendo feita a prescrição somente por um Profissional de Educação Física devidamente credenciado ao CREF.

Desde 1922 vários autores verificaram a interação da insulina com a atividade física e os benefícios no tratamento da diabetes. A partir de então a dieta, medicamentos (quando necessário) e exercício, fundamentados em um processo educacional, formam o princípio do tratamento desta doença.

Exercícios são a parte mais divertida da terapia do diabético. Pense na vida deste indivíduo em que é tem que “espetar” aquela agulhinha todos os dias, tomar pílulas e  mudar sua dieta, provavelmente suprimindo algumas das suas comidas favoritas. Compare isto com um igualmente importante para sua saúde jogo de tênis, ou uma noite dançante, um passeio de bicicleta, uma caminhada, ou uma refrescante natação. Absolutamente sem discussão, não acha? Toda e qualquer atividade física pode ser de grande valia para o diabético, sendo necessário sempre se levar em consideração o atual quadro de saúde em que o aluno se encontra.

A maioria dos efeitos diretos da atividade física ocorre porque o exercício normaliza a glicose sanguínea, diminuindo a resistência de insulina e melhorando a sensibilidade a ela. Vários estudos têm demonstrado que o treinamento pode aumentar a ação da insulina ou diminuir a resistência à insulina, especialmente entre pessoas com alto risco para diabetes ou com hiperinsulinemia. Outros estudos mostram que indivíduos fisicamente ativos têm menos probabilidade de desenvolver diabetes do que indivíduos fisicamente inativos. O efeito da atividade física parece ser devido à adaptação metabólica do músculo esquelético (aumento da densidade capilar; maior capacidade oxitativa), ou a outras adaptações ao treinamento como um conteúdo aumentado de transportadores de glicose GLUT4. Como conseqüência, a captação de glicose pelo músculo é incrementada, independentemente de alterações na concentração de insulina circulante.

Em adição à redução aguda da glicemia e ao aumento da sensibilidade à insulina, o exercício regular melhora vários dos fatores de risco reconhecidos de doenças cardiovasculares, como melhora do perfil lipídico (diminuição do LDL, aumento do HDL e diminuição do triglicérides) e da hipertensão, e indivíduos diabéticos têm um maior risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

A hipertensão está associada com um aumento da incidência e taxa de progressão de retinopatia diabética e neuropatia e, portanto, deve ser tratada de forma mais agressiva. É genericamente aconselhável que os pacientes que apresentem doenças microvasculares dos olhos e rins, já estabelecidas, não participem de exercícios que resultem em um aumento da pressão sistólica acima de 180 a 200 mmHg.

Os benefícios cardiovasculares e metabólicos do exercício são sustentados somente como resultado da soma dos efeitos das sessões de treinamento ou como resultado de mudanças, em longo prazo, na composição corporal e outro grande benefício da atividade física regular é seu efeito sobre a composição corporal, através do aumento do gasto de energia auxiliando a redução de peso, o aumento da perda de gordura e a preservação da massa magra. Aproximadamente 60% das pessoas com diabetes do tipo 2 são obesas no momento do diagnóstico.

Provavelmente a distribuição central de gordura parece ser fator de risco primário adicional para o desenvolvimento do diabetes tipo 2, uma vez que a adiposidade na área abdominal ao contrário da periférica eleva a probabilidade de que indivíduos desenvolvam resistência à insulina. A atividade física parece prevenir a diabetes tipo 2 não apenas diminuindo a adiposidade, mas também afetando a resistência à insulina e a tolerância à glicose.

O pesquisador Silveira Neto relata em sua obra sobre o constante estresse psicológico pelo qual os recém descobertos diabéticos passam e cita, até mesmo como experiência pessoal (o autor é diabético tipo 1 desde os quatorze anos), o quanto a atividade física pode ser benéfica para o controle desde tipo de estresse; estresse este que pode ter conseqüências bastante negativas para o controle glicêmico. Parece que o estresse psicossocial exerce um efeito direto psicossomático nos mecanismos reguladores neuroendócrinos, que por sua vez, influenciam o controle metabólico. A prática de atividades física promove benefícios fisiológicos e psicológicos, sendo o aspecto de lazer e entretenimento proporcionado pela prática de atividades físicas e esportivas, altamente desejável.

Segundo o mesmo autor, os parâmetros psicológicos passíveis de mudança com o exercício físico podem ser assim visualizados:

DIMENSÕES MUDANÇAS
Depressão Diminui
Bem-estar Aumenta
Atitude positiva em relação ao trabalho Aumenta
Autoconfiança Aumenta
Autoestima Aumenta

Se é diabético ou tem histórico familiar desta doença, procure orientação médica e de um profissional de educação física.

Contato: Juliana Matos

juliana.matos@fitnesstogether.com.br

Personal Trainer  e Coordenadora Técnica da academia Fitness Together Panamby

Pós Graduada em Biomecânica da Atividade Física e da Saúde e Certificada em Treinamento Funcional

Para as gravidinhas: benefícios do Pilates na gestação

16 de agosto de 2012

Você está grávida e não sabe se pode ou não praticar atividades físicas? Saiba que, além de ser super importante quando realizado com monitoramento e orientação, é ótimo para garantir maior tonicidade da musculatura pélvica, facilitando o parto.

Antes do século 20, as prática de atividades físicas não era incentivada muito menos prescrita, por medo de lesões e de efeitos adversos ao feto. Entretanto, estudos demonstram que a prática não faz mal para o feto nem para a gestante, desde que a intensidade seja de leve a moderada.

A gravidez é um momento de diversas mudanças emocionais, hormonais e físicas. Para amenizar essas transformações, a mulher precisa realizar um programa de atividade física que promova tranquilidade,  bem-estar e qualidade de vida durante a gestação e que ofereça menor risco possível ao feto.

Nesse sentido, o Pilates surge como um importante programa de atividades físicas adaptada, pois é constituído por movimentos  calmos, controlados e fluidos.  Com ele, a gestante obtém aumento do tônus da musculatura do assoalho pélvico e abdome (que forma um conjunto de músculos de suporte à cavidade inferior e anterior abdominal); redução das dores lombares (com o treinamento,  a musculatura lombar se mantem forte a alongada); redução dos edemas dos braços e das pernas (os exercícios proporcionam aumento do retorno venoso); atenuação das mudanças posturais (a gestação provoca o aumento do peso, da mama, mudança do centro de gravidade e da inclinação pélvica).

No primeiro trimestre gestacional…

Ainda não há aumento do volume abdominal; portanto, é possível realizar exercícios com a gestante deitada de barriga para baixo.

A partir do segundo trimestre…

Começam as alterações posturais; sendo assim, é preferível escolher exercícios que trabalhem mais a musculatura postural.

Do sétimo mês em diante…

Procura-se dar ênfase maior aos membros superiores para que a gestante possa carregar o bebe após o parto com maior conforto possível.

Após o parto…

Geralmente, as mulheres podem voltar a praticar o Pilates a partir da sexta semana. Os exercícios são fundamentais e aceleram o retorno do corpo tal qual era antes da gravidez.

As mulheres que já praticavam Pilates antes da gestação podem iniciar a prática nos primeiros meses de gravides. Já as iniciantes no método devem começar a partir do quarto mês. Em ambas as situações, as aulas somente podem ser iniciadas após o consentimento médico.

Por Michele Peres, educadora física especializada em Pilates, Fitness Together Panamby.

Inverno: ótima estação para se exercitar

24 de julho de 2012

Com a chegada do inverno a disposição para praticar exercícios tende a diminuir e, o que é pior, entra em cena a vontade de comer todas as delícias características da estação, como chocolates, fondues, sopas e massas. “Isso ocorre devido a uma necessidade do corpo em relação ao frio e, por isso mesmo, praticar atividades físicas durante o inverno tem tanta importância quanto nas outras estações, quando as pessoas estão mais preocupadas com a forma que estarão no verão”, explica Fernando Lobo, gestor técnico para as áreas de ginástica, musculação e natação da Rede de Academias Pelé Club.

Durante o frio, a ingestão calórica aumenta e as pessoas tendem a engordar.  Assim, ao deixar de praticar a atividade física, o aumento de peso tende a ser ainda maior. “Os benefícios que as pessoas têm ao se exercitar são muitos: aumento da disposição para as práticas cotidianas; maior sensação de bem-estar, aumento das capacidades cardiorrespiratórias e musculares; além da melhoria na prevenção de doenças crônicas”, comenta Lobo.

Porém, é importante ter cuidados específicos com o corpo durante a estação mais fria do ano. “Fazer aquecimento de 15 à 20 minutos antes dos exercícios é essencial para prevenir lesões musculares. É importante também usar roupas que, embora aqueçam, sejam leves. Além disso, não se pode descuidar da hidratação do corpo, algo que é fundamental em qualquer época do ano, mas ainda mais importante no inverno, onde em algumas regiões em que o tempo é bastante seco”, explica.

Veja abaixo outros benefícios da prática de exercícios físicos no inverno:

- Queima de calorias

No inverno, normalmente o corpo vai precisar de mais calorias para se aquecer, o que aumenta o gasto de energia. É por isso que dá mais vontade de consumir alimentos bem calóricos. “A vantagem de treinar no inverno é usar esse gasto calórico extra, acompanhado de exercícios e uma dieta equilibrada, para obter uma redução de gordura”, aponta o gestor técnico da Pelé Club.

- Equilíbrio do sono

Nem sempre o repouso durante o sono está totalmente relacionado ao número de horas dormidas. Às vezes, a sonolência aparece porque o sono não foi de qualidade. Um estudo publicado na revista Mental Health and Physical Activity revelou que pessoas habituadas a praticar pelo menos 150 minutos de exercícios por semana dormem melhor e ficam mais alertas durante o dia.

- Afasta o sedentarismo

Passar a maior parte do tempo sem fazer exercícios ou se movimentar acaba com o condicionamento físico. É importante sempre manter o corpo em movimento. O sedentarismo é considerado uma doença, capaz de gerar muitas outras, por isso, é importante se proteger o ano inteiro.

Deixe a preguiça de lado e treine no inverno!