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Pesquisa mostra que adoçantes engordam mais do que o açúcar

3 de setembro de 2012

Lendo a Revista Superinteressante olhem o que achei: ADOÇANTES ENGORDAM MAIS QUE AÇÚCAR.

Recebo aqui diversas dúvidas sobre os assuntos e até formulei, junto com a nutricionista Débora Masquio, um post elucidando dúvidas sobre cada adoçante.

Conceitualmente, os adoçantes são uma forma em ingerirmos o açúcar, porém com menos calorias.

Contudo, um estudo realizado com ratos na Universidade Purdue, nos Estados Unidos, mostrou que “os animais alimentados com iogurte adoçado com sacarina ganharam mais peso que os do grupo que comeu iogurte com açúcar”.

Isto porque o organismo não ingere a quantidade de calorias que “esperava” e faz você sentir mais fome, comer mais e, por fim, engordar.

Além do mais, adoçantes são artificiais e, muitos deles, mostram alguns efeitos a longo prazo e outros foram até proibidos pela Anvisa. Assim, há formas de moderar o consumo de açúcar por meio de trocas (como adicionar mel) ou mesmo consumí-lo com moderação. Não acredito que a extinção total do açúcar seja uma forma de proceder sobre o tema, e sim aprendermos a consumí-lo com consciência.

Por isto, opte sempre pela moderação e alimentação com consciência!

Fonte: Revista Superinteressante

Hormônio irisina: a nova promessa de emagrecimento…

20 de agosto de 2012

Poucas coisas me fazem acreditar no emagrecimento rápido. As pílulas que mostram ser eficazes para perder peso, como a famosa liraglutida (banida recentemente), são, na maioria, proibidas pela ANVISA e notórias pelos próprios efeitos colaterais super nocivos para o organismo.

A VEJA desta semana mostrou uma nova promessa, a IRISINA, que vem há algum tempo sendo estudada. O que realmente fico feliz é que parece ser uma promessa válida. Por que? Pois a irisina é um hormônio produzido pelo nosso organismo, no músculo, estimulando determinadas células adiposas a transformar gordura em calor, aumentando, assim, o metabolismo celular.

VEJA

http://www.sinomar.com.br/portal/conteudo.asp?codigo=8541&page=58

Sucintamente, ele age da seguinte forma… Quando começamos a praticar atividades físicas, a irisina é produzida ativando, em determinadas células de gordura, a termogênese, ou seja, a produção de calor. Assim, ocorre um aceleramento no metabolismo de gordura, estimulando o emagrecimento.

O mais interessante, E AQUI VALE ENFATIZAR A PACIÊNCIA E DETERMINAÇÃO DAS PESSOAS QUE QUEREM EMAGRECER, é que a produção da irisina na quantidade essencial para a perda de peso, de acordo com o estudo em camundongos, ocorre depois do vigésimo primeiro dia de exercício. Por isto, é necessário uma rotina de treino seguida fielmente para quem pensa em perder os quilinhos a mais.

Você deve estar se perguntando, existe este hormônio manipulado? Pensando nisto, os pequisadores estão estudando uma versão sintética deste hormônio. No estudo, injetaram o hormônio em camundongos obesos e com dieta hipercalórica, ou seja, com uma quantidade elevada de calorias. Assim, notaram que os camundongos perderam 2% do peso corporal, em torno de 4 quilos quando comparamos com seres humanos, durante 6 meses.

Por enquanto que eles formulam e pesquisam o hormônio sintético, volto a dizer: a produção deste hormônio milagroso pelo músculo acontece com a prática de exercícios físicos. Se ocorre uma suspensão deste exercício, o organismo reduz a produção de irisina e a energia volta a ser estocada como forma de gordura.

Outro ponto importante a enfatizar é que a versão sintética deste hormônio esta em fase de estudos e pesquisas. Ainda não se tem resultados de possíveis efeitos colaterais e o que pode ocorrer se a quantidade de irisina estiver em excesso no nosso organismo.

O que temos que ficar felizes é que as pesquisas surgem para somar! E o melhor é que descobriram mais um hormônio que joga no nosso time e vem para ajudar no emagrecimento saudável, mostrando o quanto é importante conciliar um treino regrado e uma alimentação balanceada.

Consulta: Veja

Saiba como escolher a melhor música para ter uma melhor corrida

14 de agosto de 2012

Como sempre falamos que sua playlist pode melhorar o desempenho na corrida, saiu um novo estudo sobre “efeitos psicofísicos e ergogênicos da música” realizado pela Universidade de Brunel, em Londres.

A música tem qualidades específicas e motivacionais, que pode fazer com que você trabalhe mais e mais rápido, reduzindo, assim, a percepção de esforço. De acordo com o pesquisador deste estudo, que criou um treino personalizado com trilhas sonoras para vários atletas que competiram nos Jogos Olímpicos de Londres, a música tem a propensão de melhorar os aspectos positivos do humor, como vigorosidade e emoção, reduzindo aspectos negativos, como tensão e fadiga. Assim, também reduz a percepção de esforço e sugere que a batida da música possa aumentar a resistência.

Para você, corredor amador, que treina para longas corridas ou é um corredor casual, a playlist correta pode melhorar, e muito, seu desempenho. De acordo com as diretrizes deste estudo, para elaborar um mix musical, você precisa:

Escolher listas de músicas com batidas energizantes

Sincronizar seus passos com uma música animada pode, subconscientemente, aumentar o seu esforço durante um treino. Em um estudo realizado em 2009,  descobriram que a adequação da música ao treino impulsionou significativamente a eficiência do exercício e a resistência do atleta. Para o estudo, os pesquisadores compararam 30 participantes que se exercitaram fora da esteira – alguns ouviram rock “pesado” e música pop, comparando com aqueles que se exercitaram sem música. Assim, mostraram que os voluntários que sincronizaram seu ritmo de treino ao da música, melhoraram a resistência em 15%.

Tocando músicas rítmicas também reduz o sua percepção de esforço, fazendo com que você pense que não está treinando tão pesado como você realmente treina. Músicas mais empolgadas e “otimistas” (que falam de superação) aumenta atividade cerebral (sistema de ativação reticular ascendente), para que “viaje” quando está correndo.

O estudo ainda comprova que a faixa de ritmo ideal é de 120 a 140 batimentos por minuto, produzindo melhores resultados psicológicos.

Vale lembrar que, de acordo com as batidas por minuto da sua música, você pode sincronizar com a freqüência cardíaca que pretende alcançar no treino. Um exemplo: para a sua freqüência chegar a 130 bpm, escolha uma música em que o ritmo aumente progressivamente.

Escolher músicas que já conhece

Há uma forte relação entre o treino e se você realmente gosta da música. Por isto, torna-se necessário escolher uma playlist que já conheça e que realmente goste.

Acrescente músicas que possa associar a momentos de conquistas, músicas de filmes que te dê boas recordações ou músicas de momentos especiais. A trilha sonora do filme “Carruagem de Fogo” foi utilizada nos Jogos Olímpicos de Londres. Assim, provavelmente, você fez uma associação da música e dos personagens heróicos, evocando  imagens e pensamentos de superação do adversário e conquista de um objetivo. Então, você está condicionado a se sentir estimulado, inspirado e motivado.

Utilizar e atualizar a lista shuffle

A atualização da sua lista shuffle é imprescindível. Isto porque você se torna insensível a qualidade das canções motivacionais quando as ouve repetidamente. Por isto, MUDE a lista a casa semana ou a cada 15 dias, no máximo, para não virar costume.

Escolher manualmente a sua música para aumentar a motivação

A fim de fazer uma playlist excepcional, é necessário identificar faixas musicais que combine com seu treino/intensidade. A melhor forma para isto é ajustar as músicas manualmente (sem ser de forma aleatória). Você “manipula” sua faixa e a deixa de acordo com o ritmo do seu treino.

Prestar atenção nas letras

A letra da música é super importante, pois faz com que o praticante “carregue” com ele todo o contexto. Por exemplo, músicas com “I’m me” ou “Eu sou eu”, são músicas que se auto afirmam, sendo estimulantes. Dois grandes exemplos de músicas inspiradoras são ”Pump It”, de Black Eyed Peas ou “Lose Yourself” de Eminem.

Playlists sugeridas pelo estudo e utilizadas por atletas de meia-maratona e também por alguns atletas dos Jogos Olímpicos que fizeram parte do treino personalizado do estudo:

1ª playlist

- “Eye Of The Tiger” (109 BPM), Surivior

- “Don’t Stop Me Now” (154 BPM), Queen

- “Beat It” (139 BPM), Michael Jackson

- “I Like To Move It” (123 BPM), Reel 2 Real feat. The Mad Stuntman

- “Push It” (130 BPM), Salt-N-Pepa

2ª playlist

- Available,” The National

- “Don’t Save Us From the Flames,” M83

- “Ready to Start,” Arcade Fire

- “Dog Days Are Over,” Florence+the Machine

- “All of the Lights,” Kanye West

3ª playlist

- “40 Day Dream,” Edward Sharpe & The Magnetic Zeros

- “Celebration Day,” Led Zeppelin

- “Paper Planes ” M.I.A.

- “No Regrets,” Aesop Rock

- “I Can’t Turn You Loose,” Otis Redding

4ª playlist

- “Is Anybody Out There?” K’NAAN feat. Nelly Furtado

- “Lights,” Ellie Goulding

- “Wide Awake,” Katy Perry

- “Domino,” Jesse J

- “Payphone,” Maroon 5

Vale lembrar os conceitos enfatizados pelo estudo, como: escolher músicas que conhece, levar em consideração a intensidade do seu treino, etc. Não podemos também cair na empolgação da playlist e perder a noção dos limites do nosso corpo.

Fonte: Time

Estudo: adolescentes malhados são mais saudáveis

23 de julho de 2012

Adolescentes… Vocês sabiam que esta fase é a melhor para começarem a treinar? Isto é porque o metabolismo está a mil e, a maioria dos jovens, estão super determinados para ficar com um corpo bem bonito.

Reprodução

Um estudo realizado pelo Instituto Karolinska, na Suécia, avaliou a força muscular de 416 voluntários com idades entre 13 e 18 anos, comprovando que exercícios na puberdade melhoram a imunidade e, até, previnem obesidade. Os cientistas compararam o dado à incidência de inflamações no corpo de cada participante. Os resultados mostraram que os jovens com a musculatura desenvolvida apresentavam defesas mais eficientes, inclusive aqueles que estavam acima do peso.

Sabe-se que a atividade física regular, associada a um bom condicionamento físico, pode melhorar o sistema imunológico (que é o sistema de defesa do nosso organismo) e corrigir problemas posturais e de sobrepeso.

Mas acalmem-se! Treinar não significa uma competição de “quem pega mais peso”. É necessário uma orientação médica e de um educador físico, pois o adolescente precisa de um treino personalizado. Os treinos de resistência são os mais indicados, pois os ossos e musculatura ainda não estão formados, o excesso de peso pode comprometer o crescimento.

Com relação ao sistema imunológico, os exercícios moderados (como corridas confortáveis) são os mais indicadas. Acima disto, o adolescente (como qualquer indivíduo) pode ficar com uma “janela aberta”, ficando mais susceptível a quadro infecciosos.

Procure o seu médico e uma academia da sua confiança. Oriente-se para iniciar sua atividade física!

Fonte:Portal da Educação Física

Será que o fim da gordura está próximo?

26 de abril de 2012

Estudo realizado pela Universidade de Delaware acredita ter identificado a proteína que regula a transformação de célula-tronco em uma célula de gordura. O nome desta proteína é endoglina.

Estas descobertas, por Adam Reese e Anja Nohe, podem ter implicações sobre a obesidade e osteoporose.

Obesidade

Osteoporose

Os pacientes que sofrem de osteoporose perdem massa óssea com a idade, sendo o osso constantemente renovado por remoção ou reabsorção do osso velho, formando novos ossos.

Assim, quando esta proteína (endoglina) estiver na superfície celular indica que a célula tornará uma célula de gordura ou óssea.

Se a quantidade de endoglina nestas células pudesse ser reduzida, a quantidade de células que se transformaria em osso aumentaria, levando a uma melhora na força óssea e evitando, assim, a osteoporose.

Pontuam que o próximo passo é a identificação da via de sinalização da célula e determinação da forma de bloqueá-la. Os estudiosos acreditam que o mesmo evento pode acontecer com as células de gordura, reduzindo a quantidade de endoglina na superfície das células, podendo ocorrer uma transformação em outros tipos de células. Desta forma, os tratamentos poderiam curar a obesidade. Será?

Sabemos que a obesidade é uma patologia crônica que tem controle, não cura. Se este estudo der certo, pode ser uma evolução e melhorar, e muito, o bem estar e qualidade de vida das pessoas afetadas por esta patologia.

Vamos torcer e esperar mais estudos.

Fonte: Science Daily